Abaixo você encontrará informações sobre os peixes de água salgada e doce.
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quinta-feira, 19 de janeiro de 2012
Tabela de Pesca
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janeiro 19, 2012
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Super Dicas dobre Pesca De Arremesso em Praia
A pesca de praia, que pode ser considerada uma das modalidades de pesca mais praticadas em nosso país (se considerarmos os vários quilômetros de praias existentes), é realizada em sua grande maioria, de arremessos. Muitos fatores podem influenciar neste tipo de pesca, sendo que os principais são as marés, as condições metereológicas, a piscosidade do local e outros fatores. Além disto, para ficar mais fácil de compreender, podemos ainda dividir a pesca de praia em dois tipos, levando-se em consideração o local de pesca: pesca em praias fundas (de tombo) ou pesca em praias rasas.
As praias de tombo são aquelas em que a profundidade aumenta rapidamente, logo no início, com pouca seqüência de ondas. Isto dá uma certa vantagem ao pescador no arremesso, principalmente para espécies que procuram profundidade. O pescador nem mesmo precisa molhar os pés na água para lançar sua isca.
As praias rasas caracterizam-se por ter sua profundidade aumentando aos poucos, e por apresentar uma série de ondas que vão gerar canais ou valas, onde o pescador tem de identificar em quais destes canais correm os peixes.
CANAIS PARA PESCA
A identificação dos canais por onde passam os peixes é necessária e muito simples. Uma simples visualização do movimento da ondas, vendo onde ela perde a espuma (antes de quebrar) identifica a localização dos canais. Nestes pontos, já identificados, é que a isca deve ser jogada, testando-se um a um cada canal. Normalmente a praia possui três canais, com uma distância de cerca de 25 a 30 metros entre cada um (o primeiro é bem próximo à areia), sendo que o último é o mais fundo e o mais longe. Além disto, tem-se de observar que os canais vão ser eficazes na maré cheia, sendo que em outras marés o ideal é o arremesso mais longo, para pontos onde os peixes se localizam.
Quanto à correnteza, você deve observar seus movimentos. Em caso de maré correndo, o lançamento deve ser feito em direção ao lado oposto da correnteza, sem esticar a linha do molinete.
AS MARÉS
Como já comentado anteriormente, a maré que normalmente propicia melhores resultados para a pesca de praia, é a cheia (enchente). Isto porque é neste momento que começa a movimentação de todos os seres que vivem sob a areia e que são alimento natural dos peixes que, sabendo disso, aproximam-se mais. Os pequenos animais, que são as tatuiras, sarnambis, siris, minhocas de praia, corruptos e outros, são atrativos para os peixes.
CONDIÇÕES METEREOLÓGICAS
Devem servir de observação para o pescador os seguintes itens:
- Tempo Nublado: pode-se pescar em beira de praia durante todo o dia, com bom proveito;
- Tempo Aberto (com sol forte): primeiras horas do amanhecer e nas últimas do entardecer.
Outro fator a que se deve dar importância são os ventos, que podem atrapalhar se forem muito fortes. Procure sempre utilizar linhas o mais fina possível (pois ela vai sofrer menos a influência do vento e da correnteza).
Além disto, a temperatura da água deve ser observada, pois a maioria dos peixes se afasta do litoral com o esfriamento das águas. A temperatura ideal, é de aproximadamente 19ºC a 22ºC. Portanto, as melhores épocas do ano são entre os meses de novembro a março/abril, quando a água ainda está quente.
CONDIÇÕES FÍSICAS DO LOCAL
Quando se está procurando um local adequado para a pesca de praia, fatores como navios encalhado próximos à arrebentação, pequenas ilhas, rios que deságuam na praia, pedras e outros, podem ser muito importantes. Isto porque a existência de peixes é quase que garantida nestes locais.
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janeiro 19, 2012
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sexta-feira, 30 de dezembro de 2011
A lua e sua Pescaria
Muito se fala sobre a influência da lua e das marés na produtividade da prática da pesca. São realmente fortes influências, que tentaremos explicar com simplicidade e clareza para aqueles que não sabem como estes elementos interferem na pesca. São conhecimentos imprescindíveis para qualquer pescador esportivo.
A interferência da lua nas marés
O movimento da marés tem causa nas atrações gravitacionais existentes entre a Terra, a Lua e o Sol. O posicionamento da Lua e do Sol em relação à Terra determinam como se comportam os níveis do mar, e conseqüentemente dos rios e canais litorâneos. Por isso, temos as marés grandes e pequenas, ou comumente chamadas de marés vivas e mortas.
Em qual lua eu vou pescar?
Afirmar categoricamente qual melhor maré ou lua para se praticar a pesca é algo impossível. Entretanto, é fato que nas chamadas marés pequenas mortas, que acontecem quando a Lua está em fase minguante ou crescente, a correnteza é menor, facilitando o posicionamento das iscas onde se deseja. Outro fato, é que nestas marés, os peixes terão uma área menor a circular na sua busca por alimentação, já que teremos um considerável volume água a menos nas áreas de pesca. Em verdade, seguindo estas considerações, podemos dizer que nas luas de quarto, ou nas marés mortas, a produtividade da pesca tende a aumentar. Mas não podemos esquecer que as variantes existentes em função dos lugares, das espécies de peixes, entre outras, podem modificar esta colocação e, por isso mesmo, nunca devemos desprezar a análise de conhecedores da região onde se pretende pescar.
Em outras palavras, se quiser fazer um estudo antecipado do local de pesca desejado, faça um cruzamento da tábua de maré com o calendário lunar, veja quando ocorrerão as marés mortas, mas não esqueça de consultar um pescador nativo da região. Existem peixes que costumam ser mais encontrados em marés vivas, dependendo do local
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dezembro 30, 2011
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Tipos de peixes
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terça-feira, 27 de dezembro de 2011
Saúde do Pescador
Em caso de acidentes, antes de tomar qualquer atitude, procure informações com um médico de sua confiança e/ou um posto de saúde. Sempre que entramos no assunto de pesca em uma roda de amigos, imediatamente alguém lembra de uma aventura pesqueira que teve ou lembra de alguém que conhece que é pescador de nascimento. E essas lembranças quase sempre são ambientadas em uma beira de rio ou nas margens de um bonito lago.
Ou até mesmo na praia, quem sabe? Um assunto quase sempre deixado de lado pelos praticantes deste saudável esporte diz respeito diretamente à estes ambientes nativos da pesca. Muitas vezes, como pescadores que somos, nos aventuramos em meio a terrenos fechados, com mata alta e muitas árvores, por trilhas praticamente irreconhecíveis, por entre troncos caídos e folhagens secas em busca de um barranco de rio perfeito para alguns instantes de pesca relaxante.
É fato que o acesso aos melhores pesqueiros requer certa habilidade do pescador para ultrapassar estes desafios que a natureza impõe, lembrando ainda que normalmente entramos nestes caminhos carregados de equipamentos, estes classificados como “imprescindíveis”, e que não podem ser deixados pra trás.
Quando uso o termo “habilidade” refiro-me a equilíbrio, esforço muscular, tranqüilidade e calma. Refiro-me a um bom condicionamento físico e mental proveniente de uma boa qualidade de vida. E ainda, muitas vezes estes locais são moradias de diversos tipos de animais como aranhas, cobras e outros insetos que podem tornar um dia de pesca em um verdadeiro tormento.
Para ambos os casos veremos como algumas medidas simples podem reduzir bastante os riscos de problemas. Para tanto é preciso estar em dia com suas atividades físicas, sempre atento e prevenido com um pequeno - mas extremamente útil nestas ocasiões - kit de primeiros socorros.
:. Cuidados com a alimentação
Procure não praticar nenhum tipo de esforço corporal em jejum. Mesmo que você acorde bem cedo para “aquela” viagem até o pesqueiro e não esteja com muita fome, procure ao menos manter ao alcance um lanche leve como uma fatia de pão com queijo branco e um suco de frutas. O corpo necessita de energia que provém dos alimentos para que você possa movimentar-se de forma eficiente. Não deixe de se alimentar nos horários corretos e o faça com calma, sem afobação. Lembre-se sempre que o dia é de descanso e, dessa forma, comer em pé na beira do barranco, com a cabeça sob o sol não é a melhor opção.
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dezembro 27, 2011
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PESQUISADORES AMERICANOS CAPTAM IMAGEM DE PEIXE GIGANTE
Peixe-remo, que pode medir até 17 metros, foi filmado pela primeira vez em seu habitat natural por robô submarino
Cientistas americanos conseguiram filmar o raríssimo peixe-remo, que pode atingir 17 metros de comprimento, no Golfo do México. Essa pode ser a primeira filmagem já feita do Regalecus glesne em seu habitat natural. O grupo de pesquisadores utilizou veículos não tripulados emprestados por empresas petrolíferas para encontrar esse peixe, que normalmente só é visto na superfície do mar quando está próximo da morte.
“Nós vimos essa coisa vertical, clara e brilhante. Aproximamos um pouco a imagem e dissemos ‘isso é um peixe!’”, disse o coordenador da pesquisa Mark Benfield em entrevista ao repórter da BBC Jody Bourton. O pesquisador da Universidade da Louisiana comentou que, a princípio, julgou que a câmera estivesse filmando um encanamento para extração de petróleo.
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dezembro 27, 2011
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Dicionário do Pescador
Água Azul: Tonalidade de água que identifica a Corrente do Brasil. Ali se encontra as espécies marinhas mais esportivas, como Dourados, Marlins, Albacoras, Atuns etc. Entre outubro e março, dependendo da posição geográfica, essa corrente se aproxima da costa, ficando em alguns casos a apenas 10 ou 15 km do litoral, como no Nordeste. No Sul e Sudeste, a distância varia entre 50 e 100 km. O azul é escuro profundo, facilmente identificável.
Alevino: São os filhotes dos peixes logo após a desova ou eclosão dos ovos. Forma embrionária dos peixes.
Alto-Mar: Também, chamado mar aberto ou mar alto. É a parte do mar mais afastada do litoral, ás vezes fora das águas territoriais. Porém,dependendo da posição geográfica,o alto-mar pode começar a apenas alguns quilômetros da costa.
Anzol: Artefato de metal que cumpre a função especifica de fisgar o peixe. A mustad, reconhecidamente o fabricante dos melhores anzóis em todo mundo, produz mais de 18 mil modelos diferentes, para todos os tipos de peixes e pescarias. Os anzóis podem ser simples,duplos ou triplos.
Anzol chapinha: É um tipo especial de anzol, onde o orifício da parte superior é substituído por um simples achatamento da própria haste do anzol.. Trata-se de um anzol mais resistente, porque passa por uma operação a menos no seu processo de fabricação. Deve ser amarrado de maneira especial.
Abdominal: Veja "ventral"
Acarascando: Pescando acará
Adiposa: Nadadeira pequena, sem raios, entre as nadadeiras dorsais e caudais de certos peixes fluviais, como: Curimbatá, Piaba, Dourado, Lambari etc.
Afluente: Rio, Riacho ou Ribeirão que deságua num curso de maior volume de água.
Águas particulares: Veja "águas publicas".
Águas publicas: Todas aquelas águas naturais, de domínio público, como rios, grandes lagoas, etc. Diferentes das chamadas "águas particulares”, como represas, tanques, pequenas lagoas, e que estão situadas dentro de propriedades particulares, onde a pesca só poderá ser exercida com autorização expressa do proprietário.
Alga: Ser vegetal formado de uma só célula (unicelular) em geral. Forma colônias de milhares de células, uma ao lado da outra. Geralmente são as algas de cor verde,pois têm clorofila e são produtoras de oxigênio (para a respiração animal) e como alimento para muitos seres aquáticos.
Anal: Nome da nadadeira situada próxima ao ânus. A nadadeira anal, em certos peixinhos vivíparos (que dão cria), pode se transformar em órgão copulador com o nome de gonópodio. Assim esses peixinho-como o guaru-guaru ou barrigudinho - copulam no ato reprodutivo.
Antiofídico: Soro que se aplica contra picadas de cobras peçonhentas.
Arpoar: Ato de flechar o peixe por meio do arpão.
Arrastão: Rede para apanhar peixes, que se arrasta no rio ou no mar.
Arrepiada: Água do rio ou de lagoa que,quando venta,fica toda ondulada. Também se diz "piracanjuba arrepiada” para as piracanjubas grandes, de escamas salientes e ásperas.
Arroz cozido: É usado para a pesca de vários tipos de peixe. Deve ser cozido apenas na água, sem qualquer tipo de tempero. Deve-se colocar no anzol o grão isoladamente.
Baratinha-do-mar: Crustáceo muito comum em todo litoral brasileiro, normalmente encontrado nas pedras de costões. Uma das melhores iscas para se pescar no próprio local onde é encontrada.
Barbela: Saliência em forma de cunha existente na parte dianteira dos plugs de meia-água e de profundidade. Seu tamanho, inclinação e formato é que determinam a ação da isca dentro da água.
Bóia: Artefato de cortiça, isopor, plástico, madeira ou outros materiais, que serve para manter a isca na superfície (ou á profundidade que se deseja), servindo ainda de aviso quando o peixe ataca a isca.
Barbilhão: Apêndice que aparece no maxilar e na mandíbula dos peixes de couro como o mandi, o jaú, o surubim etc., e que serve como órgão sensorial para o peixe.
Barco: Embarcação pequena, sem cobertura.
Barraca: Tenda de lona para abrigar os pescadores.
Batida: Pescaria de batida. Especialmente para trairá, cuja linhada leva chumbada, para que a batida surta o efeito desejado.
Bicheiro: Objeto do feitio de um anzol, desprovido de farpa, para apanhar o peixe depois de fisgado. Também conhecido pelo nome de gancho.
Caranguejo: Crustáceo muito comum no litoral brasileiro. Tanto pode ser encontrado nos mangues, como nas pedras ou mesmo nas praias. Serve como isca para vários tipos de peixe.
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InetPontal
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dezembro 27, 2011
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